sábado, 19 de março de 2011

E a criatividade e inovação. Um bloguinho, um milhão?

Há um bom tempo venho acompanhando esse blog e tenho visto que, as coisas que Silvio Meira fala e descreve referente a tecnologia e do ponto de vista de aplicações práticas e interrelacionada a vida social, são altamente pertinentes.


Assim pode ser conferido, por exemplo, numa sequência de posts que contém informações acerca da Educação Empreendedora ligada ao desenvolvimento e as pespectivas sobre essa forma de educar e no que poderá fazer, o Brasil, para modificar o seu cenário histórico de subdesenvolvimento. Obviamente, deve-se verificar questões estruturais que fazem com que o Brasil continue atrasado em relação a outros países. O que quero dizer, é que nada vai adiantar se as oportunidades de apreender sobre Educação Empreendedora (apreender a empreender) for direcionada a uma parcela da população, pois daí podemos concluir que nenhum desenvolvimento acontecerá de fato se o país não modificar suas estruturas sob judice de limitar a capacidade criativa e empreendedora de muitas pessoas que criam todas as formas de conexão independete da forma. Não falo aqui de Facebook, Orkut, Twitter entre outros até o podem ser mas . Por falar em capacidade criativa o seu ultimo pots Silvio Meira segue parafraseando os últimos acontecimentos advindos da situação em que uma cantora nacional ganhará 1 milhão de reais para montar um blog atribuindo ao fato à falta de controle judicial sobre tais aspectos o que nos faz ficar perplexos quanto a aplicação de recursos púbicos. Pertinente também, é compreender que a criatividade e inovação, seja ela tecnolgogia e/ou cultural (tecnologia digital) de pessoas que passaram dias e dias concebendo e escrevendo projetos e mais projetos e por fim submeram ao Minc, é desconsiderada em função de um projeto com um know-how de um cantora que faz quebrar todas as regras, leis e métricas relacionadas a aprovação dos mesmos.
E que isso tudo tem haver com Novas Tecnologia da Informação e Comunicação, Tecnologias Socias, Tecnologia da Informação... tudo. Quando pensamos que coisas desse tipo ocorrem em instâncias governamentais podemos logicamente concluir que outros ministérios, secretarias e etc. adotam as mesmas práticas em função de uma forma de privilegiar poucos. O que Silvio, ao meu ver tenta ressaltar, e que é necessário uma vigilância sobre os recursos destinados a promover uma maior criatividade para possibilitar um maior nível de Inovação. Essa vigilância deve-se dar não por setores governamentais mas por nós população,  povo que somos os maiores prejudicados devido a certas práticas dos "donos do país".